segunda-feira, 9 de abril de 2012


APRESENTAÇÃO PESSOAL


Meu nome é, Lívia Laís Botelho Braga, tenho 21 anos, curso Publicidade e Propaganda na Universidade Fumec. O objetivo de ter criado este Blog foi para apresentar as principais Teoria da Comunicação: Teoria Hipodérmca, Modelo de Lasswell,Teoria da Persuasão e Teoria dos Efeitos Limitados.


APRESENTAÇÃO

Teoria da comunicação são estudos acadêmicos que pesquisam os efeitos, origens e funcionamento do fenômeno da Comunicação Social em seus aspectos tecnológicos, sociais, econômicos, políticos e cognitivos.
Os estudos em Comunicação Social começaram com a crescente popularização das tecnologias midiáticas e seu uso durante as experiências totalitárias da Europa. Em sua primeira fase, concentraram suas atenções sobre as mensagens da mídia e seu efeito sobre os indivíduos; na segunda, enfatizaram o processo de seleção, produção e divulgação das informações através da mídia.


TEORIA HIPODÉRMICA


A Teoria hipodérmica é um modelo de teoria da comunicação, também conhecido como Teoria da Bala Mágica.
Segundo este modelo uma mensagem lançada pela mídia é imediatamente aceita e espalhada entre todos os receptores, em igual proporção.
Os conceitos foram elaborados pela Escola Norte-Americana, nos anos 30. Seu principal objetivo foi fornecer bases empíricas e científicas para a elaboração de sistemas de comunicação,
Com ênfase nos efeitos da comunicação sobre o comportamento da população. coincide, historicamente, com o período do entre - guerras onde a propaganda de massa começa a ser utilizada como estratégia de guerra e as pessoas despertam para os seus efeitos no totalitarismo.
Onde populações heterogêneas eram unidas em torno de um ideal comum.
As mensagens midiáticas ganharam o status de "balas mágicas" com o poder de atingir toda uma população de maneira uniforme.
Responde, sobretudo à interrogação: que efeito eles produzem numa sociedade de massa?
Para compreender melhor a Teoria Hipodérmica, é fundamental definir o conceito de sociedade de massa. A massa é constituída por um conjunto homogêneo de indivíduos que, enquanto seus membros são considerados iguais, indiferenciáveis, mesmo que provenham de ambientes diferentes, heterogêneos, e de todos os grupos sociais.

MODELO DE LASSWELL


Apesar de baseado na Teoria Hipodérmica, este modelo, criado pelo cientista político Harold Lasswell, em 1948, apontava as falhas da mesma e foi um dos responsáveis pela sua defasagem. O Modelo de Lasswell apontava cinco questões cruciais para a compreensão correta da mensagem midiática:
“Quem?
 Diz o quê?
 Através de que canal?
 A quem?          
Com que efeito?”
. Os desdobramentos das indagações correspondem: o Quem está ligado aos emissores da mensagem; Diz o que corresponde ao conteúdo da mensagem; o joão a análise dos meios e, por último, análise da audiência e de seus efeitos na sociedade. Na perspectiva de Lasswell, a audiência era concebida como um conjunto de classes etárias, de sexo, de poder econômico, etc.
A partir de Lasswell, portanto, as limitações da teoria hipodérmica (resistência do público, efeitos opostos aos previstos) deram lugar a novas diretrizes na área de comunicação.

TEORIA DA PERSUASÃO  

Logo após surge a Teoria da Persuasão que, diferentemente da Hipodérmica, é baseada em aspectos psicológicos e defende que a mensagem enviada pela mídia não é assimilada imediatamente pelo indivíduo, dependendo de várias perspectivas individuais.O modelo comunicacional da Teoria Empírico-Experimental (ou da Persuasão) permanece semelhante ao da Teoria Hipodérmica, mas com a adição do fator psicológico. Assim, sua formula representa uma revisão da relação mecanicista e imediata do ER (Estímulo Resposta) para a seguinte formula: EFPR (EstímuloFatores PsicológicosResposta). Ao enxergar dessa forma, a abordagem de estudo deixa de ser global – baseada na crença de que todo estímulo gera uma reação (behaviorista) – para se tornar direcionada com o intuito de entender qual a melhor maneira de aplicar a comunicação com sucesso persuasivo e entender os eventuais insucessos destas tentativas.
Assim como a teoria hipodérmica,a teoria empírico-experimental faz parte do grupo das chamadas pesquisas administrativas (Comunication Research) da Escola Americana de Comunicação. Foi aplicada como suporte para campanhas eleitorais, informativas propagandísticas e publicitárias.O processo de aplicação da Teoria Empírico-Experimental obedece à observação pormenorizada de dois itens:a) O destinatário (audiência);
b) Fatores ligados à mensagem.Esses dois itens foram destrinchados em alguns princípios que, segundo a teoria, podem garantir o sucesso da campanha persuasiva.A Teoria Empírico-Experimental, em resumo, afirma que pode haver influência e persuasão na comunicação, mas a influência e a persuasão não são indiscriminadas e constantes, o que exige esforço do emissor.


TEORIA DOS EFEITOS LIMITADOS


Trata de influência e não apenas da que é exercida pelos mass media, mas da influência mais geral das relações sociais. É difícil separar completamente esta teoria, de orientação sociológica, da Teoria da persuasão, cujo desenvolvimento ocorreu de forma paralela.

Nesta teoria, que consiste em associar os processos comunicativos de massa às características do contexto social em que estes se realizam, é possível distinguir duas correntes:

a )     o estudo da composição diferenciada dos públicos e dos seus modelos de consumo de comunicações de massa;

b )     as pesquisas sobre a mediação social que caracteriza o consumo: a percepção de que a eficácia dos mass media só é susceptível de ser analisada no contexto social em que funcionam;


Essa teoria, portanto, mais atenta à complexidade dos fenômenos, deixa de salientar a relação causal direta entre propaganda de massas e manipulação de audiência para passar a insistir num processo indireto de influência em que as dinâmicas sociais se intersectam com os processos comunicativos. O objeto de estudo dessa teoria era, como os demais, os mass media, mas, especificamente dentro dos processos gerados a partir de sua presença, aqueles relacionados aos processos de formação de opinião.

De acordo com a teoria dos efeitos limitados, a mídia, regra geral, não serve como causa necessária e suficiente de efeitos de audiências, mas influenciam no meio. Os fatores mediadores são tais que fazem da comunicação de massas um agente contributivo, mas não a única causa em um processo de reforço das condições existentes.

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